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  • Mauricio Cruz

SaDiós Mané


Mané chegou em 2016 ao Liverpool por mais de 30 milhões de libras (Foto: liverpoolfc.com)

Vamos combinar, quando contratamos Sadio Mané da nossa filial Southampton, lá em 2016, sabíamos que ali tínhamos um Wilfried Zaha piorado. Um ponta muito rápido e forte fisicamente, mas que finalizava mal. Um jogador para compor elenco.


Eis que a combinação Klopp, Liverpool e Mané foi explosiva. A evolução do senegalês no time foi gradativa. Começou fazendo parte de um quarteto com Lallana, Firmino e Judas. Para, depois que Judas saiu, pedir a camisa 10 (jogava com a 19 até então) e ser parte do tridente mais letal do mundo, com Bobby e Salah.


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Meu Manezin não parou por aí. Queria mais. Depois de mais uma temporada brilhante, ele evoluiu como um pokemon e hoje se sobressai a seus companheiros de ataque. A ponto de brigar pelo pódio da Bola de Ouro. A ponto de Messi votar nele como melhor jogador do mundo. A ponto do PSG querer substituir Neymar, que até outro dia era cotado para ser o melhor jogador do planeta, por nosso Mane.


Introspectivo e avesso à mídia, o africano não parece se abalar com tanta fama. Na realidade, parece até clichê, mas Mane só quer saber mesmo é de bola.


Se começou como um ponta descabeçado, a partida que o senegalês fez contra o Everton foi de cair o queixo. Duas assistências geniais e um gol com faro, qualidade e requintes de matador. Temido pelo mundo da bola hoje, é, sem dúvidas, nosso jogador mais decisivo. Se 2017/18 foi de Salah e 18/19 de Van Dijk, essa temporada está com a cara do Super Mane. Nosso SaDiós Mane.


O meu Liverpool e a seleção senegalesa agradecem!


#YNWA