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  • Felipe Sales

A FSG confirmou a venda de 10% da empresa por £543 milhões, entenda o que muda no LFC

A Fenway Sports Group, proprietária do Liverpool, confirmou a venda de 10% de suas ações para a empresa de investimento RedBird Capital Partners por 543 milhões de libras.

John W. Henry (fundador da FSG) e sua esposa Linda Pizzuti, Jürguen Klopp, David Ginsberg (presidente do LFC) e Michael Gordon (presidente da FSG) - (Foto: Reprodução Liverpool FC)


De acordo com o The Athletic, isso permitirá estabilidade ao clube após a pandemia. Estima-se que durante esse período, o Liverpool perdeu 120 milhões de libras em receitas. Os proprietários da FSG/LFC recorreram à um empréstimo durante a crise e optaram por destinar os custos desse auxílio para a FSG, livrando os Reds de dívidas e juros. Com isso, o clube se manteve estável durante a pandemia.


Uma parte do dinheiro recebido pela venda das ações será utilizada para reduzir as dívidas acumuladas nos últimos 12 meses, tanto para o Liverpool como para as outras franquias do Fenway Sports Group como o Boston Red Sox - MLB e a Roush Fenway Racing - Nascar.


A negociação dará segurança para os planos de ampliação do Anfield Road. Em dezembro de 2020, o LFC apresentou um projeto, que custará 60 milhões de libras, com o objetivo de aumentar a capacidade do estádio para 61.000 lugares. Atualmente, o Anfield comporta cerca de 53.000 espectadores.


Portanto, a negociação permite que os Reds trabalhem com mais segurança, mantenha a estrutura dos últimos anos e opere normalmente apesar da queda de receita durante a pandemia. Isso não significa que o valor recebido na negociação será usado para reforços, e sim, para manter a saúde financeira do clube e da FSG.